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Ele é organizado pelo Departamento de Física Matemática do IFUSP e, a partir de 2007, tem o apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP. Seu objetivo é apresentar a Física e seus temas de pesquisa em uma linguagem acessível, discutindo seus métodos, suas contribuições à visão que temos do mundo e suas aplicações diversas a outras Ciências e à Tecnologia em geral.
Os colóquios da série Convite à Física são realizados sempre às quartas-feiras às 18:00 horas, no Auditório Abrahão de Moares do IFUSP e são transmitidas por vídeo conferencia. Para acessar este site clique aqui.
Neste coloquio o prof. Adilson apresenta alguns fatos curiosos da história e de características da M.Q., : A Interpretação de Copenhagen e a insatisfação de Einstein, Dirac e o anti-eletron, a Eletrodinâmica Quântica, uma teoria de erros infinitos e acertos com precisão sem precedentes na Física.
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Agora entra um novo personagem na busca por formas mais eficientes de iluminação. São os COLEDs (Cavity Organic Light-Emitting Diode), projetados pela equipe do Dr. Yijian Shi, do Instituto SRI, uma entidade de pesquisas sem fins lucrativos, localizada nos Estados Unidos.
Esses novos LEDs orgânicos utilizam cavidades ópticas, espelhos paralelos e contrapostos que evitam a fuga de fótons para outros pontos que não a direção de saída do dispositivo, por onde sua luz é emitida.Clique aqui para acessar a simulação.
Medindo a energia cinética dos elétrons emitidos e os ângulos nos quais eles são expelidos, obtém-se sua velocidade e sua taxa de dispersão - as quais contêm um quadro detalhado do espectro de energia do elétron.
Normalmente, a retirada de um elétron de um cristal cria uma lacuna, um espaço vago de energia, de carga positiva. Esta lacuna contém informação tanto do spin quanto da carga, revelados num único pico do espectro lido no ARPES. Se ocorrer a separação carga-spin, a lacuna decai em um spinon e em um hólon, observando-se dois picos no espectro ARPES.
Recentemente pesquisadores da Universidade de Cambridge conseguiram tambem comprovar a separação carga-spin através do confinamento de elétrons em um fio quântico, e aproximá-lo o bastante de uma placa de metal para que os elétrons desta pudessem “pular” por tunelamento quântico para o fio. O experimento revelou que, ao entrar no fio, a partícula precisa se dividir, formando spinons e holons claramente visíveis pelos pesquisadores.As medidas foram feitas à gélida temperatura de um décimo de grau acima do zero absoluto, ou -273o Celsius.
As pesquisas com os fios quânticos estão ligadas ao desenvolvimento de novas formas de computadores, também chamados quânticos. Eles seriam capazes de trabalhar com a superposição de informações: ao invés de armazenar “1” ou “0” em bits, eles poderia guardar os dois números em seus chamados “qubits”.
"Nossa capacidade de controlar o comportamento de um único elétron é responsável pela revolução dos semicondutores, o que levou ao mais barato computadores, iPods e muito mais.
O que estes novos experimentos tem mostrado é que elétrons juntos nos revelam novas propriedades e até mesmo novas partículas. Se formos capazes de controlar essas novas partículas com o mesmo sucesso com que controlamos o comportamento de um único eletron, certamente isso nos conduzirá a "nova familia de computadores"